sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Micoses

 
 

 
 
 
 
 




Micose é o nome genérico dado a várias infecções causadas por fungos. Existem cerca de 230 mil tipos de fungos, mas apenas 100 tipos aproximadamente que causam infecção. Visto que os fungos estão em toda a parte, é inevitável a exposição a eles. Em condições favoráveis (como ambientes com muita umidade e calor excessivo), os fungos se reproduzem e podem dar origem a um processo infeccioso que, dependendo do fungo ou da região afectada, pode ser superficial ou profundo.

Existem micoses superficiais: nesse tipo de micose, os fungos localizam-se na parte externa da pele, ao redor dos pêlos ou nas unhas, alimentando-se de gordura e/ou uma proteína chamada queratina. A micose superficial mais comum é a frieira (tínea pedis) ou 'pé-de-atleta', que atinge a pele entre os dedos, geralmente dos pés. Ela pode vir acompanhada de uma infecção bacteriana. Em alguns casos a cura pode demorar vários meses. A onicomicose (infecção fúngica da unha) também é extremamente frequente na população adulta, particularmente nas unhas dos pés. A Pitiríase versicolor, conhecida vulgarmente como pano branco, é uma micose superficial causada pela levedura Micoses profunda.
 
Incluem-se neste grupo infecções fúngicas que afetam a profundidade da pele ou subcutâneas (por exemplo, Esporotricose e Cromo micose) e aquelas que se instalam em órgãos internos (por exemplo, Blastomicose, Criptococose). Na micose subcutânea normalmente a infecção fica restrita à pele. Enquanto na micose profunda propriamente dita, os fungos se espalham através da circulação sanguínea e linfática. Podem infectar a pele e órgãos internos como pulmões, intestinos, ossos e até mesmo o sistema nervoso.

Prevenção

Alguns procedimentos diminuem o risco de se contrair uma micose1, entre eles:

. Sempre use sandálias;

. Evite andar descalço em pisos húmidos;

. Nunca use toalhas compartilhadas, especialmente se estiverem húmidas ou mal lavadas;

. Após o banho enxugue-se bem, principalmente nas áreas de dobras, como o espaço entre os dedos dos pés e virilha

. Use sempre roupas íntimas de fibras naturais como o algodão, pois as fibras sintéticas prejudicam a transpiração

. Verifique se os objectos de manicura, como alicates, tesouras e lixas são esterilizados. Melhor ainda se tiver um de uso exclusivo seu

. Em contacto prolongado com detergentes, use luvas e enxagúe as mãos toda vez que usar esponja

. Evite utilizar pentes ou escovas de cabelo de outras pessoas evitar uso de roupas molhadas.

Tratamento

Existem medicamentos rápidos, eficazes e seguros para o tratamento de micose. Mas, apesar de ser um tratamento simples, exige persistência, porque é comum pensar que o fungo está eliminado, quando na verdade não está. Portanto, o paciente não deve interromper o tratamento quando se sentir melhor. Deve seguir correctamente o tratamento indicado p Sintomas]

Os sintomas da micose são de acordo com o tipo e a extensão da manifestação. Os sintomas mais comuns são:
-Comichão; Descamação da pele; Irritação; Vermelhidão; Quando nas unhas elas ficam com aparência esverdeada e escura, em seguida fica oca. Caso não haja o cuidado devido perde-se a unha e a micose persiste podendo seguir para a corrente sanguínea. -A micose pode se apresentar em forma de frieira que ocorre geralmente nos pés e entre os dedos, em forma de impigem ou na virilha, onde ocorre a formação de uma grande placa avermelhada com os sintomas descritos acima.

Podemos ver algumas imagens chocantes mas que não há risco de contágio para pessoa que trata a criança. A) Retirei algumas noções como superar e ajudar na Wikipédia.

Conclui com este trabalho que as pessoas, e muito especialmente crianças mais sensíveis, mas mais resistentes aos tratamentos, por vezes conseguem ter estas manifestações, com calor, o tipo de vestuário deve ser algodão para proteger melhor a zona infectada, e usar medicação adequada a cada tipo de micoses. Não devemos mostrar que sentimo-nos arrepiados com o sofrimento em relação a criança com este tipo de doença. Porque as crianças podem sentir-se rejeitadas pelos educadores e até dos colegas.  E sim estimular mais carinho, alegando que um dia vai passar.

Pesquisa elaborada por Filomena Constantino
Informação retirada de www.wikipédia.org


 

 

 


 

 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rubéola


A rubéola é uma doença infeciosa causada por vírus (viral).  É transmitida por via respiratória através de contato direto através de minúsculas partículas de saliva, libertada no ar ao tossir, espirrar ou falar (ou através da corrente sanguínea *).

É considerada uma doença de infância porque a maioria das pessoas contrai a rubéola nessa idade.

É geralmente uma doença benigna, mas pode causar malformação no embrião se infetar uma mulher no inicio da gravidez.

Sintomas: Após o período de incubação que é aproximadamente 2 ou 3 semanas os sintomas vão aparecendo gradualmente.

Nos primeiros dias a criança sente-se doente manifestando um mal-estar geral, pode apresentar dores de cabeça, inflamação dos gânglios do pescoço, dores nos músculos e articulações, corrimento nasal, febre baixa (38º C) e prostração. Estes sinais e sintomas são semelhantes a outras viroses o que pode facilmente ser confundido com outras doenças.

Após os primeiros sintomas surge o exantema (manchas avermelhadas na pele). A erupção normalmente começa na cara e pescoço disseminando-se de seguida pelo tronco, os braços e, finalmente, as pernas. Estas manchas desaparecem ao fim de 3 dias.

Em média, todos estes sintomas não duram mais do que cinco a sete dias, ao fim deste tempo a recuperação da criança é completa.


Tratamento: Não existe tratamento antiviral específico, pode ser necessário apenas medicação para a febre e dores.

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) aconselha a vacinação aos 15 meses de vida.

É necessário o isolamento preventivo da criança durante 10 dias, sendo obrigatório por lei que a criança não frequente a escola durante esse período, até indicações médicas em contrário.

Só pode voltar com declaração médica.

* Uma mulher nos primeiros meses de gravidez caso tenha contato com o vírus irá transmiti-lo ao feto através da corrente sanguínea.

 
Informação recolhida por Alexandra Fernandes

em: http://www.conhecersaude.com/criancas/3131-rubeola.HTML
http://www.slideshare.net/nataliamaciel568/febre-amarela-e-rubeola
 

Varicela


 
 
O que é a varicela?

A varicela é uma doença de infância muito vulgar, todos os anos afecta dezenas de milhar de crianças em Portugal, especialmente durante o Inverno e Primavera. O vírus é transmitido pelo ar, quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala, ou pelo contacto directo com as lesões do doente.

Os sintomas da varicela

O primeiro sintoma é febre ligeira. Um ou dois dias mais tarde aparecem manchas vermelhas normalmente primeiro no couro cabeludo e espalhando-se mais tarde pela cara, tronco, axilas, braços, pernas, boca e por vezes na traqueia e brônquios. A criança pode também queixar-se de dores de cabeça, dores de garganta, cansaço e perda de apetite.

Cuidados a ter com varicela

Manter as borbulhas limpas e secas, usar loções calmantes e banhos de água morna de 4 em 4 horas nos primeiros dias. Enxaguar sem esfregar. Manter as unhas curtas para prevenir eventuais infecções e cicatrizes. 

Qual o Tratamento:

 O tratamento é acompanhado de um anti-histamínico, que reduz a comichão e um desinfectante tópico que diminui o risco de infecção das bolhas rebentadas.

Papacetamol para alívio das dores e febre; manter uma boa higiene corporal e das roupas evita, também, infecções.

 Antibióticos poderão ser usados quando existe o risco de infecção.

Se aparecerem lesões na boca, deve-se dar alimentos moles, bebidas frias e evitar os ácidos e salgados. Nas lesões na área genital poderão usar-se cremes anestésicos.

As situações mais graves deverão ser sempre acompanhadas por um médico.

 

Informação recolhida por
Arminda Nazaré

Sepsis

O que é sepsis?
A sepsis é uma síndrome que ocorre nos pacientes com infecções graves, caracterizada por um intenso estado inflamatório em todo o organismo. A sepsis é desencadeada pela invasão da corrente sanguínea por agentes infecciosos, como bactérias ou vírus, por isso, é habitualmente chamada pelo público leigo de infecção do sangue.
Causas
·         O intestino (geralmente visto com peritonite)
·         Os rins (infecção do trato urinário superior ou pielonefrite)
·         O revestimento do cérebro (meningite)
·         O fígado ou a vesícula biliar
·         Os pulmões (pneumonia bacteriana)
·         A pele (celulite)
Sintomas de sepsis
·         Calafrios
·         Confusão ou delírio
·         Diminuição na excreção de urina
·         Febre ou temperatura corporal baixa (hipotermia)
·         Hiperventilação
·         Vertigem devido à hipotensão
·         Taquicardia
·         Tremores
·         Erupção cutânea
·         Pele quente
O sepsis é contagioso?
Não. A sepsis não é uma infecção particular que possa ser transmitida de uma pessoa para outra. A sepsis é o agravamento de uma infecção previamente estabelecida. É uma infecção urinária, otite, pneumonia, etc., que está evoluindo de forma perigosa e se espalhado pelo corpo.
Tratamento do sepsis
O tratamento da sepsis deve ser iniciado o mais rápido possível. Quanto maior e mais difusa for a inflamação sistémica, menor é a resposta ao tratamento e maior é a mortalidade. Além da gravidade da infecção, outro factor importante no prognóstico é a capacidade do paciente em lutar contra a infecção.
O tratamento inicial da sepsis é com antibióticos para eliminar as bactérias e interromper o factor de estímulo ao processo inflamatório. Se houver sinais de queda da pressão arterial, é essencial a imediata reposição de líquidos por via venosa para reverter a hipotensão. Quanto mais rápido se inicia o tratamento contra a sepsis, maior é a chance de sucesso.
Prevenção
O risco de sepsis pode ser reduzido, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação. Uma higiene adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam ao sepsis.
Informação recolhida por Cátia Pinto em:

 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sarampo



O sarampo é causado por um vírus que permanece por cerca de 10 dias no corpo sem manifestar nenhum sinal da doença, apenas produzindo mais vírus. Alguns sintomas podem já começar a aparecer no período de contaminação, sendo o principal sintoma o surgimento de lesões na pele.

O sarampo pode ser divido em três períodos com sintomas diferentes. Durante o primeiro período, que leva aproximadamente 6 dias, os principais sintomas são: febre, tosse, corrimento nasal, desconforto na presença de luz e conjuntivite. No segundo período, os sintomas do primeiro período ficam mais fortes e começam a surgir placas vermelhas pela pele que começam no rosto e se espalham até os pés. No terceiro período, as placas vermelhas sobre a pele começam a escurecer e passam a descamar.

O tratamento do sarampo visa diminuir os sintomas como a febre e a tosse. Caso seja necessário, serão usados antibióticos para resolver alguma complicação que possa surgir. Casos mais sérios podem precisar de remédios mais fortes para aumentar a defesa do corpo, ou para atacar diretamente o vírus.

É recomendado aos pacientes que repousem, ingiram bastante líquidos, que dêem preferência a alimentos leves, limpem os olhos com água morna regularmente e que tomem antitérmicos em caso de febre muito alta.

O sarampo é prevenido através de uma vacina anti-sarampo, que é altamente eficaz. A primeira vacina deve ser tomada ao completar o 1º ano de vida. Aos 4 anos deve ser tomado o 1º reforço da vacina, não podendo passar dos 6 anos. Aos 12 anos, o segundo reforço deverá ser tomado.

Recomendações aos pais:

• Pais, não percam os períodos de vacinação e vacinem seus filhos nas épocas certas! A vacina é a principal forma de prevenção da doença.

• Mesmo que seu filho tenha sido vacinado contra o sarampo procure saber se você teve a doença quando era pequeno, ou se já foi vacinado contra. Caso não, procure se vacinar o mais rápido possível.
 
 
Pesquisa elaborada por Nazaré Gaspar


 

 

Otite externa




O que é?

Uma otite é uma infeção no canal auditivo que tanto pode afetar o ouvido externo como o médio.

 De acordo com a Associação Americana de Pediatria, cerca de 90% das crianças têm uma otite antes da idade escolar, sobretudo entre os seis meses e os quatro anos.
Trata-se de uma inflamação do ouvido que, dependendo da sua localização anatómica, pode classificar-se como otite externa (conhecida como mal do nadador) ou otite média.
Causas?



A exposição à água é um fator de risco bem documentado para otite externa. 


A otite externa deve-se a uma infeção cau­sada por bactérias ou fungos, que aparecem quando existe demasiada humidade no ouvido ou quando as paredes do canal auditivo se lesionam devido a um eczema ou a uma limpeza demasiado enér­gica.
A otite média é causada por uma infeção na garganta, nos adenoides, por infeção do ouvido ou por uma obstrução alérgica da trompa de Eustáquio.

Sintomas?

A otite externa provoca dores de ouvidos e comichão. A otite média provoca dores e, por causa do líquido que se acumula no ouvido, também pode haver presença de secreção purulenta e problemas auditivos.
A otite média é causada por uma infeção na garganta, nos adenoides, por infeção do ouvido ou por uma obstrução alérgica da trompa de Eustáquio.
Como prevenir?

Para evitar a otite externa:

O mais eficaz é secar os ouvidos com cuidado depois de tomar banho. E manter uma correta higiene do canal auditivo, substituindo os cotonetes por uma solução salina à venda em farmácias.

E para evitar a otite média:

 Não fumar em casa, arejar o ambiente e regular o grau de humidade, especial­mente se for alérgico. Também é importante tratar corretamente qual­quer infeção dos ouvidos.

Como se trata?

Para se tratar de uma otite deve consultar-se o médico e em princípio pode utilizar antibióticos, anti-inflamatórios, anti-histamínicos ou recorrer à cirurgia. 








Pesquisa feita por:
Licínia Lopes

Informação retirada de

http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicacao-doencas/doencas/otite.html?pagina=2