terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Micoses
Micose é o nome genérico dado a várias infecções causadas por fungos. Existem cerca de 230 mil tipos de fungos, mas apenas 100 tipos aproximadamente que causam infecção. Visto que os fungos estão em toda a parte, é inevitável a exposição a eles. Em condições favoráveis (como ambientes com muita umidade e calor excessivo), os fungos se reproduzem e podem dar origem a um processo infeccioso que, dependendo do fungo ou da região afectada, pode ser superficial ou profundo.
Existem micoses superficiais: nesse tipo de micose, os fungos localizam-se
na parte externa da pele, ao redor dos pêlos ou nas unhas, alimentando-se de
gordura e/ou uma proteína chamada queratina. A micose superficial mais comum é
a frieira (tínea pedis) ou 'pé-de-atleta', que atinge a pele entre os dedos,
geralmente dos pés. Ela pode vir acompanhada de uma infecção bacteriana. Em
alguns casos a cura pode demorar vários meses. A onicomicose (infecção fúngica
da unha) também é extremamente frequente na população adulta, particularmente
nas unhas dos pés. A Pitiríase versicolor, conhecida vulgarmente como pano
branco, é uma micose superficial causada pela levedura Micoses profunda.
Incluem-se neste grupo infecções
fúngicas que afetam a profundidade da pele ou subcutâneas (por exemplo, Esporotricose
e Cromo micose) e aquelas que se instalam em órgãos internos (por exemplo,
Blastomicose, Criptococose). Na micose subcutânea normalmente a infecção fica
restrita à pele. Enquanto na micose profunda propriamente dita, os fungos se
espalham através da circulação sanguínea e linfática. Podem infectar a pele e
órgãos internos como pulmões, intestinos, ossos e até mesmo o sistema nervoso.
Prevenção
Alguns procedimentos diminuem o
risco de se contrair uma micose1, entre eles:
. Sempre use sandálias;
. Evite andar descalço em pisos húmidos;
. Nunca use toalhas
compartilhadas, especialmente se estiverem húmidas ou mal lavadas;
. Após o banho enxugue-se bem,
principalmente nas áreas de dobras, como o espaço entre os dedos dos pés e
virilha
. Use sempre roupas íntimas de
fibras naturais como o algodão, pois as fibras sintéticas prejudicam a
transpiração
. Verifique se os objectos de manicura,
como alicates, tesouras e lixas são esterilizados. Melhor ainda se tiver um de
uso exclusivo seu
. Em contacto prolongado com
detergentes, use luvas e enxagúe as mãos toda vez que usar esponja
. Evite utilizar pentes ou
escovas de cabelo de outras pessoas evitar uso de roupas molhadas.
Tratamento
Existem medicamentos rápidos,
eficazes e seguros para o tratamento de micose. Mas, apesar de ser um
tratamento simples, exige persistência, porque é comum pensar que o fungo está
eliminado, quando na verdade não está. Portanto, o paciente não deve interromper
o tratamento quando se sentir melhor. Deve seguir correctamente o tratamento
indicado p Sintomas]
Os sintomas da micose são de acordo com o tipo e a extensão da
manifestação. Os sintomas mais comuns são:
-Comichão; Descamação da pele;
Irritação; Vermelhidão; Quando nas unhas elas ficam com aparência esverdeada e
escura, em seguida fica oca. Caso não haja o cuidado devido perde-se a unha e a
micose persiste podendo seguir para a corrente sanguínea. -A micose pode se
apresentar em forma de frieira que ocorre geralmente nos pés e entre os dedos,
em forma de impigem ou na virilha, onde ocorre a formação de uma grande placa
avermelhada com os sintomas descritos acima.
Podemos ver algumas imagens
chocantes mas que não há risco de contágio para pessoa que trata a criança. A)
Retirei algumas noções como superar e ajudar na Wikipédia.
Conclui com este trabalho que as pessoas, e muito especialmente crianças
mais sensíveis, mas mais resistentes aos tratamentos, por vezes conseguem ter
estas manifestações, com calor, o tipo de vestuário deve ser algodão para
proteger melhor a zona infectada, e usar medicação adequada a cada tipo de
micoses. Não devemos mostrar que sentimo-nos arrepiados com o sofrimento em
relação a criança com este tipo de doença. Porque as crianças podem sentir-se
rejeitadas pelos educadores e até dos colegas.
E sim estimular mais carinho, alegando que um dia vai passar.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Rubéola

A rubéola é uma doença infeciosa causada por vírus (viral). É transmitida por via respiratória através de contato direto através de minúsculas partículas de saliva, libertada no ar ao tossir, espirrar ou falar (ou através da corrente sanguínea *).
É considerada uma doença de
infância porque a maioria das pessoas contrai a rubéola nessa idade.
É geralmente uma doença benigna,
mas pode causar malformação no embrião se infetar uma mulher no inicio da
gravidez.
Sintomas: Após o período de incubação que
é aproximadamente 2 ou 3 semanas os sintomas vão aparecendo gradualmente.
Nos primeiros dias a criança
sente-se doente manifestando um mal-estar geral, pode apresentar dores de
cabeça, inflamação dos gânglios do pescoço, dores nos músculos e articulações, corrimento
nasal, febre baixa (38º C) e prostração. Estes sinais e sintomas são
semelhantes a outras viroses o que pode facilmente ser confundido com outras
doenças.
Após os primeiros sintomas surge
o exantema (manchas avermelhadas na
pele). A erupção normalmente começa na cara e pescoço disseminando-se de
seguida pelo tronco, os braços e, finalmente, as pernas. Estas manchas
desaparecem ao fim de 3 dias.
Em média, todos estes sintomas não
duram mais do que cinco a sete dias, ao fim deste tempo a recuperação da
criança é completa.
Tratamento:
Não existe
tratamento antiviral específico, pode ser necessário apenas medicação para a
febre e dores.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS)
aconselha a vacinação aos 15 meses de vida.
É necessário o isolamento preventivo
da criança durante 10 dias, sendo obrigatório por lei que a criança não
frequente a escola durante esse período, até indicações médicas em contrário.
Só pode voltar com declaração
médica.
* Uma mulher nos primeiros meses de gravidez caso tenha
contato com o vírus irá transmiti-lo ao feto através da corrente sanguínea.
Informação recolhida por Alexandra Fernandes
em: http://www.conhecersaude.com/criancas/3131-rubeola.HTML
http://www.slideshare.net/nataliamaciel568/febre-amarela-e-rubeola
Varicela
O que é a varicela?
A
varicela é uma doença de infância muito vulgar, todos os anos afecta dezenas de
milhar de crianças em Portugal, especialmente durante o Inverno e Primavera. O
vírus é transmitido pelo ar, quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala,
ou pelo contacto directo com as lesões do doente.
Os sintomas da varicela
O
primeiro sintoma é febre ligeira. Um ou dois dias mais tarde aparecem manchas
vermelhas normalmente primeiro no couro cabeludo e espalhando-se mais tarde
pela cara, tronco, axilas, braços, pernas, boca e por vezes na traqueia e
brônquios. A criança pode também queixar-se de dores de cabeça, dores de
garganta, cansaço e perda de apetite.
Cuidados a ter com varicela
Manter
as borbulhas limpas e secas, usar loções calmantes e banhos de água morna de 4
em 4 horas nos primeiros dias. Enxaguar sem esfregar. Manter as unhas curtas
para prevenir eventuais infecções e cicatrizes.
Qual o Tratamento:
O tratamento é acompanhado de um
anti-histamínico, que reduz a comichão e um desinfectante tópico que diminui o
risco de infecção das bolhas rebentadas.
Papacetamol
para alívio das dores e febre; manter uma boa higiene corporal e das roupas
evita, também, infecções.
Antibióticos poderão ser usados quando existe
o risco de infecção.
Se
aparecerem lesões na boca, deve-se dar alimentos moles, bebidas frias e evitar
os ácidos e salgados. Nas lesões na área genital poderão usar-se cremes
anestésicos.
As
situações mais graves deverão ser sempre acompanhadas por um médico.
Informação recolhida por
Arminda
Nazaré
Sepsis
O
que é sepsis?
A sepsis é uma síndrome que
ocorre nos pacientes com infecções graves, caracterizada por um intenso estado
inflamatório em todo o organismo. A sepsis é desencadeada pela invasão da
corrente sanguínea por agentes infecciosos, como bactérias ou vírus, por isso,
é habitualmente chamada pelo público leigo de infecção do sangue.
Causas
·
O
intestino (geralmente visto com peritonite)
·
Os
rins (infecção do trato urinário superior ou pielonefrite)
·
O
revestimento do cérebro (meningite)
·
O
fígado ou a vesícula biliar
·
Os
pulmões (pneumonia bacteriana)
·
A
pele (celulite)
Sintomas
de sepsis
·
Calafrios
·
Confusão
ou delírio
·
Diminuição
na excreção de urina
·
Febre
ou temperatura corporal baixa (hipotermia)
·
Hiperventilação
·
Vertigem
devido à hipotensão
·
Taquicardia
·
Tremores
·
Erupção
cutânea
·
Pele
quente
O
sepsis é contagioso?
Não. A sepsis não é uma infecção
particular que possa ser transmitida de uma pessoa para outra. A sepsis é o
agravamento de uma infecção previamente estabelecida. É uma infecção urinária,
otite, pneumonia, etc., que está evoluindo de forma perigosa e se espalhado
pelo corpo.
Tratamento
do sepsis
O tratamento da sepsis deve ser
iniciado o mais rápido possível. Quanto maior e mais difusa for a inflamação
sistémica, menor é a resposta ao tratamento e maior é a mortalidade. Além da
gravidade da infecção, outro factor importante no prognóstico é a capacidade do
paciente em lutar contra a infecção.
O tratamento inicial da sepsis é
com antibióticos para eliminar as bactérias e interromper o factor de estímulo
ao processo inflamatório. Se houver sinais de queda da pressão arterial, é
essencial a imediata reposição de líquidos por via venosa para reverter a
hipotensão. Quanto mais rápido se inicia o tratamento contra a sepsis, maior é
a chance de sucesso.
Prevenção
O risco de sepsis pode ser
reduzido, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação.
Uma higiene adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico podem ajudar
a prevenir infecções hospitalares que levam ao sepsis.
Informação recolhida por Cátia
Pinto em:

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Sarampo

O sarampo é causado
por um vírus que permanece por cerca de 10 dias no corpo sem manifestar nenhum
sinal da doença, apenas produzindo mais vírus. Alguns sintomas podem já começar
a aparecer no período de contaminação, sendo o principal sintoma o surgimento
de lesões na pele.
O sarampo pode ser divido em três períodos com sintomas diferentes.
Durante o primeiro período, que leva aproximadamente 6 dias, os principais
sintomas são: febre, tosse, corrimento nasal, desconforto na presença de luz e
conjuntivite. No segundo período, os sintomas do primeiro período ficam mais
fortes e começam a surgir placas vermelhas pela pele que começam no rosto e se
espalham até os pés. No terceiro período, as placas vermelhas sobre a pele
começam a escurecer e passam a descamar.
O tratamento do
sarampo visa diminuir os sintomas como a febre e a tosse. Caso seja necessário,
serão usados antibióticos para resolver alguma complicação que possa surgir.
Casos mais sérios podem precisar de remédios mais fortes para aumentar a defesa
do corpo, ou para atacar diretamente o vírus.
É recomendado aos pacientes que repousem, ingiram bastante líquidos, que
dêem preferência a alimentos leves, limpem os olhos com água morna regularmente
e que tomem antitérmicos em caso de febre muito alta.
O sarampo é prevenido
através de uma vacina anti-sarampo, que é altamente eficaz. A primeira vacina
deve ser tomada ao completar o 1º ano de vida. Aos 4 anos deve ser tomado o 1º
reforço da vacina, não podendo passar dos 6 anos. Aos 12 anos, o segundo
reforço deverá ser tomado.
Recomendações aos pais:
• Pais, não percam
os períodos de vacinação e vacinem seus filhos nas épocas certas! A vacina é a
principal forma de prevenção da doença.
• Mesmo que seu filho tenha sido vacinado contra o sarampo procure saber se
você teve a doença quando era pequeno, ou se já foi vacinado contra. Caso não,
procure se vacinar o mais rápido possível.
Pesquisa elaborada por Nazaré Gaspar
Informação retirada de http://www.ddsonline.com.br/dds-temas/saude/307-como-se-prevenir-do-sarampo-e-os-cuidados-que-amenizam-a-doenca.html
Otite externa
Uma
otite é uma infeção no canal auditivo que tanto pode afetar o ouvido externo
como o médio.
De
acordo com a Associação Americana de Pediatria, cerca de 90% das crianças têm
uma otite antes da idade escolar, sobretudo entre os seis meses e os quatro
anos.
Trata-se de uma inflamação do ouvido que, dependendo da sua localização anatómica, pode classificar-se como otite externa (conhecida como mal do nadador) ou otite média.
Trata-se de uma inflamação do ouvido que, dependendo da sua localização anatómica, pode classificar-se como otite externa (conhecida como mal do nadador) ou otite média.
A exposição à água é um fator de risco bem documentado para otite externa.
A otite
externa deve-se a uma infeção causada por bactérias ou fungos, que aparecem
quando existe demasiada humidade no ouvido ou quando as paredes do canal
auditivo se lesionam devido a um eczema ou a uma limpeza demasiado enérgica.
A otite média é causada por uma infeção na garganta, nos adenoides, por infeção do ouvido ou por uma obstrução alérgica da trompa de Eustáquio.
A otite média é causada por uma infeção na garganta, nos adenoides, por infeção do ouvido ou por uma obstrução alérgica da trompa de Eustáquio.
Sintomas?
A otite
externa provoca dores de ouvidos e comichão. A otite média provoca dores e, por
causa do líquido que se acumula no ouvido, também pode haver presença de
secreção purulenta e problemas auditivos.
A otite média é causada por uma infeção na garganta, nos adenoides, por infeção do ouvido ou por uma obstrução alérgica da trompa de Eustáquio.
Como prevenir?
A otite média é causada por uma infeção na garganta, nos adenoides, por infeção do ouvido ou por uma obstrução alérgica da trompa de Eustáquio.
Como prevenir?
Para evitar a otite externa:
O mais
eficaz é secar os ouvidos com cuidado depois de tomar banho. E manter uma
correta higiene do canal auditivo, substituindo os cotonetes por uma solução
salina à venda em farmácias.
E para evitar a otite média:
Não fumar em casa, arejar o ambiente e regular
o grau de humidade, especialmente se for alérgico. Também é importante tratar
corretamente qualquer infeção dos ouvidos.
Como
se trata?
Para se tratar de uma otite deve consultar-se o
médico e em princípio pode utilizar antibióticos, anti-inflamatórios,
anti-histamínicos ou recorrer à cirurgia.
Pesquisa feita por:
Licínia Lopes
Licínia Lopes
Informação retirada de
http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicacao-doencas/doencas/otite.html?pagina=2
Subscrever:
Mensagens (Atom)







